Journal: Summa Phytopathologica
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Abbreviation
Summa Phytopathol.
Publisher
Grupo Paulista de Fitopatologia
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- Incompatibilidade somática em Rhizoctonia solani AG-1 IA da sojaItem type: Journal Article
Summa PhytopathologicaSilva de Campos, Ana Paula da; Ceresini, Paulo Cezar (2006) - Adaptabilidade e danos potenciais de Rhizoctonia oryzae-sativae ao milhoItem type: Journal Article
Summa PhytopathologicaCampos Vicentini, Samara N.; dos Santos Pereira, Danilo A.; Castroagudín, Vanina L.; et al. (2017)Espécies do gênero Rhizoctonia estão associadas ao complexo de manchas da bainha do arroz, sendo que R. oryzae-sativae, em particular, causa a mancha agregada da bainha. Neste estudo objetivou-se determinar o potencial adaptativo de duas populações de Rhizoctonia oryzae-sativae à cultura do milho, uma das culturas comerciais amplamente cultivadas no estado de São Paulo e que pode ser utilizada em rotação com o arroz irrigado. Não há relatos da doença em milho no Brasil. Foram inoculados, em plantas de milho, isolados de duas populações de R. oryzae-sativae e determinou-se componentes de evolucionabilidade ou do potencial adaptativo de uma população (i.e., medidas de resposta à seleção) como os coeficientes de variância genotípica (IG), variância ambiental (IE) e a herdabilidade (h2) para os níveis de agressividade da doença. Comparou-se também a diferenciação fenotípica por caracteres quantitativos (QST) e a diferenciação genética neutra (baseada em dados de microssatélites) nas duas populações (FST). Experimentos similares usando plantas de arroz inoculadas com as duas populações do patógeno foram conduzidos como controle. Os isolados das populações de R. oryzae-sativae foram patogênicos e apresentaram variação na agressividade ao milho, com predominância de baixa herdabilidade para este atributo. Os valores estimados de QST não diferiram significativamente de FST indicando que a neutralidade teve importante papel na adaptação regional de populações do patógeno. - Caracterização citomorfológica, cultural, molecular e patogênica de Rhizoctonia solani Kühn associado ao arroz em Tocantins, BrasilItem type: Journal Article
Summa PhytopathologicaSouza, Elaine Costa; Kuramae, Eiko Eurya; Nakatani, Andreia Kazumi; et al. (2007) - Severidade da mela da soja causada por Rhizoctonia solani AG-1 IA em função de doses de potássioItem type: Journal Article
Summa PhytopathologicaBasseto, Marco Antonio; Ceresini, Paulo Cezar; Valério Filho; et al. (2007) - Cross pathogenicity of Ceratobasidium spp. from kaki (Diospyros kaki) and tea (Camellia sinensis) and reaction of kaki varieties to the pathogenItem type: Journal Article
Summa PhytopathologicaSouza, Elaine Costa; Basseto, Marco Antonio; Boliani, Aparecida Conceição; et al. (2009)O fungo Ceratobasidium spp. é o agente causal da doença mal-do-fio ou queima-do-fio em várias plantas frutíferas, em cafeeiro e em chá. Esta doença ocorre com maior freqüência em zonas de alta precipitação e temperaturas elevadas, típicas de regiões de florestas tropicais como a Amazônica e a Mata Atlântica. Em São Paulo, o primeiro relato do mal-do-fio em caquizeiro ocorreu na região de Mogi das Cruzes. O objetivo deste estudo foi testar a patogenicidade cruzada de isolados de Ceratobasidium spp. de caquizeiro e chá para ambas as culturas e também para o cafeeiro e citros. Avaliou-se, também, a reação de oito cultivares de caquizeiro, sob condições controladas, a isolados de Ceratobasidium spp. obtidos da mesma cultura. Constatou-se que os isolados de caquizeiro e de chá, embora filogeneticamente distintos, foram patogênicos para ambas as culturas, além de afetarem cafeeiro e citros. Não foram verificados indícios de reação de resistência aos isolados de Ceratobasidium spp. para as oito cultivares de caquizeiro testadas. - Cross-resistance to QoI fungicides azoxystrobin and pyraclostrobin in the wheat blast pathogen Pyricularia oryzae in BrazilItem type: Journal Article
Summa PhytopathologicaOliveira, Samanta C. de; Castroagudín, Vanina L.; Nunes Maciel, João L.; et al. (2015)As estrobilurinas estão entre os fungicidas mais comumente utilizados no controle das doenças do trigo, isoladamente ou em misturas com fungicidas inibidores da enzima succinato desidrogenase (IDHS). As estrobilurinas são conhecidas como fungicidas inibidores da quinona oxidase ou fungicidas IQo. Por ter como alvo um único sítio de ação nas células fúngicas, o gene mitocondrial cyt b, o emprego contínuo das estrobilurinas pode representar alto risco de emergência de resistência a estes fungicidas em populações de fitopatógenos. O presente trabalho teve como objetivo testar a hipótese de que a resistência a azoxistrobina no fungo Pyricularia oryzae dotrigo resultou em resistência cruzada a piraclostrobina, outro fungicida IQo. Para testar esta hipótese, foi comparado o nível de resistência à piraclostrobina apresentado por dois grupos de isolados do fungo P. oryzae do trigo: a) sensíveis à azoxistrobina e portadores do gene cyt b não mutante (haplotipo H9) e b) resistentes à azoxistrobina e portadores da mutação G143A no gene cyt b(haplotipo H1). Fungicidas pertencentes a um mesmo grupo químico apresentam resistência cruzada. Todos os isolados de P. oryzaedo trigo sensíveis à azoxistrobina foram também sensíveis à piraclostrobina. Os isolados resistentes a azoxistrobina foram, também, resistentes à piraclostrobina, indicando que há resistência cruzada para os dois fungicidas. Entre os isolados resistentes, distinguiram-se dois grupos fenotípicos: (A) altamente resistentes e (B) resistentes. Isolados de P. oryzaecom a presença da mutação G143A no gene cyt b foram 42 vezes mais resistentes à piraclostrobina. Esses altos níveis de resistência à fungicidas IQo podem ser o resultado de elevada pressão de seleção exercida pelos anos consecutivos de aplicações de estrobilurinas para o manejo de doenças do trigo no Brasil.
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